PT2030

Descarbonização das Empresas

Candidaturas Abertas

Eficiência Energética e Descarbonização

Apoio à redução dos consumos de energia e das emissões de gases com efeito de estufa (GEE) – substituição, adaptação, introdução de equipamentos, processos e tecnologias de baixo carbono, e, de forma complementar, da incorporação de fontes de energia renovável.

Empresas de qualquer dimensão.

Para investimentos em Eficiência Energética
Taxa máxima de apoio – 65 %

Taxa base 30%

+ 10% para médias empresas + 20 % para micro e pequenas empresas
+ 15% para empresas localizadas no Norte, Centro e Alentejo + 5% para empresas localizadas no Algarve*

Para investimentos em Descarbonização
Taxa máxima de apoio – 75%

Taxa base 40%

+ 10% para médias empresas + 20 % para micro e pequenas empresas
+ 15% para empresas localizadas no Norte, Centro e Alentejo + 5% para empresas localizadas no Algarve*

Para investimentos que dependem da utilização de Biomassa
Taxa máxima de apoio – 85%

Taxa base 50%

+ 10% para médias empresas + 20 % para micro e pequenas empresas
+ 15% para empresas localizadas no Norte, Centro e Alentejo + 5% para empresas localizadas no Algarve*

Para investimentos em Edifícios
Taxa máxima de apoio – 80%

Taxa base 30%

+ 10% para médias empresas + 20 % para micro e pequenas empresas
+ 15% para empresas localizadas no Norte, Centro e Alentejo + 5% para empresas localizadas no Algarve*
+ 15% para induzir uma melhoria na eficiência energética do edifício, medida em energia primária de, pelo menos, 40% face ao pré-projeto.

*Algarve: São Brás de Alportel, Alferce, Boliqueime, Cachopo, Ferreiras, Loulé (São Clemente), Loulé (São Sebastião), Mexilhoeira Grande, Monchique, Paderne, Pechão, Quelfes, São Bartolomeu de Messines, São Marcos da Serra, União das freguesias de Algoz e Tunes, União das freguesias de Conceição e Estoi, Vaqueiros.

Equipamentos:

(diferença entre o equipamento menos eficiente e o mais eficiente que se pretende adquirir)

  • Otimização de motores, turbinas, sistemas de bombagem e sistemas de ventilação (p.e.: instalação de variadores de velocidades e substituição de equipamentos por equipamentos de elevado desempenho energético);
  • Otimização de sistemas de ar comprimido (substituição de compressor de ar, redução de pressão e temperatura, variadores de velocidade);
  • Substituição e/ou alteração de fornos, caldeiras e injetores;
  • Recuperação de calor ou frio;
  • Aproveitamento de calor residual de indústrias próximas;
  • Otimização da produção de frio industrial (substituição de chiller/bomba de calor);
  • Modernização tecnológica, integração e otimização de processos;
  • Sistemas de gestão, monitorização e controlo de energia.

Edifícios:
(custos totais do investimento)

  • Equipamentos que gerem eletricidade, aquecimento ou refrigeração a partir de fontes de energia renováveis – painéis fotovoltaicos e bombas de calor;
  • Equipamentos para o armazenamento da energia gerada pelas instalações de energia renovável, sendo que o equipamento de armazenamento deve absorver pelo menos 75% da usa energia a partir de uma instalação de geração de energia renovável conectada diretamente, anualmente;
  • Ligação a sistemas de aquecimento e/ou arrefecimento urbano energeticamente eficiente e equipamento associado;
  • Construção e instalação de infraestruturas de recarga para uso pelos utilizadores do edifício;
  • Instalação de equipamentos para a digitalização do edifício, incluindo infraestruturas de banda larga;
  • Investimentos em telhados verdes e equipamentos para retenção e aproveitamento da água da chuva.

Descarbonização:

  • Substituir equipamentos a combustíveis fósseis por equipamentos elétricos;
  • Melhoria da qualidade de serviço no acesso à eletricidade;
  • Utilização de combustíveis alternativos derivados de resíduos não fósseis;
  • Incorporação de matérias-primas alternativas no processo de produção visando a redução de emissões (subprodutos, reciclados, biomateriais);
  • Novos produtos de baixo carbono;
  • Simbioses industriais para a descarbonização, quer a nível tecnológico quer a nível de sistema;
  • Substituição de gases fluorados por gases fluorados de reduzido potencial de aquecimento global;
  • Digitalização dos processos de forma garantir a rastreabilidade dos produtos e potenciar a economia circular;
  • Promover a eco-inovação potenciando cadeias de valor circulares geradoras de novos modelos de negócio e a simbiose industrial;
  • Introdução de matérias-primas renováveis e com baixa pegada de carbono;
  • Aposta em soluções digitais através de soluções inteligentes de apoio a medição, monitorização, tratamento de dados para a gestão e otimização de processos, consumos e redução de emissões poluente, aumentando a eficiência da utilização de recursos, promovendo a circularidade.

 

De forma complementar à Eficiência Energética e Descarbonização:

  • Instalação de sistemas de produção de energia elétrica a partir de fonte de energia renovável para autoconsumo. Com limite de 30% sobre o total do investimento;
  • Instalação de equipamentos para produção de calor e/ou frio de origem renovável (bomba de calor);
  • Adaptação de equipamentos para uso de combustíveis renováveis;
  • Despesas relativas a estudos, diagnósticos e auditorias, designadamente energéticas e certificações e relatório DNSH.

 

Investimento mínimo de 400.000 €

Regime Geral

Fase 1: conclusão a 27/02/2026

Fase 2: conclusão a 29/05/2026

Realizar uma auditoria energética antes e após a realização da operação.

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A Reunião servirá para maximizar o potencial de incentivo e enquadrar os investimentos da sua empresa com os objetivos do Aviso.

Tanto online, como presencial estamos sempre disponíveis.

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